Eleição CAU/DF · 5 de novembro · voto online e obrigatório

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Chapa ConexãoConselho de Arquitetura
e Urbanismo do DF
Eleições CAU/DF · Chapa Conexão

Diferentes formas. Ninguém resolve sozinho.

Um Conselho que representa toda a profissão precisa primeiro conhecer as diferentes realidades de quem a exerce.

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Menos aparência. Mais entregas. O CAU existe para construir com a categoria — e o próximo passo precisa ser percebido pelo profissional.

Um CAU útil, próximo e eficiente.

Três eixos para fazer as competências do CAU chegarem à rotina profissional: menos dúvida e retrabalho, experiência para avançar — não para repetir.

Eixo 1

Acesso ao mercado e diversidade profissional

Escritório, obra, interiores, paisagismo, patrimônio, urbanismo, ATHIS, sustentabilidade, BIM, gestão e serviço público fazem parte de uma mesma profissão. Queremos aproximar o CAU dessas diferentes realidades.

  • Agenda de mercadoEncontros periódicos sobre mercado, novos campos de atuação e oportunidades, aproximando experiências consolidadas e novas gerações.
  • Diálogo e ações conjuntasCom entidades profissionais, instituições de ensino, órgãos públicos e setor privado, onde se decide sobre cidade, construção e exercício profissional.
  • Informação acessívelOrganizar informações sobre mercado, campos de atuação e oportunidades profissionais.
  • Referências para contrataçãoEstimular, junto às entidades competentes, referências e instrumentos de apoio à contratação e à apresentação de serviços de Arquitetura.
  • Da formação à práticaAproximar estudantes e recém-formados da realidade do exercício profissional.

Mais conhecimento para encontrar caminhos profissionais.

Eixo 2

Eficiência e desburocratização funcional

O tempo do arquiteto tem valor. Queremos um CAU organizado por dentro e mais simples para quem está do lado de fora.

  • Informação que orientaCanais de atendimento mais simples para RRT, acervo, certidões, procedimentos e serviços do Conselho.
  • Serviços mais simples e eficientesRevisar fluxos, identificar gargalos e criar indicadores de atendimento baseados nas necessidades reais dos profissionais.
  • Fiscalização responsivaOrientar e prevenir quando possível, favorecer a regularização quando prevista e agir com firmeza diante do exercício irregular e da reincidência.
  • Fiscalização integradaCooperação com Administrações Regionais e órgãos de fiscalização do DF para ampliar capilaridade e efetividade.
  • Valorizar quem faz certoFiscalização como proteção da atividade regular e combate ao exercício ilegal.
  • Gestão responsávelOrganização, sustentabilidade financeira, transparência e continuidade do que deu bons resultados.

Fazer. Avaliar. Melhorar. Compartilhar.

Eixo 3

CAU simples e próximo da minha rotina profissional

Um Conselho que faça parte da vida profissional de forma mais aberta, acessível e presente onde a profissão acontece.

  • O CAU que escuta para agirEspaços permanentes de participação e grupos de trabalho com profissionais de diferentes áreas.
  • Um espaço também para o profissionalUsar a estrutura do CAU/DF para encontros, capacitação e atividades colaborativas.
  • Perto de onde a profissão acontecePresença nas Regiões Administrativas, órgãos públicos, entidades e instituições de ensino, e na formulação de políticas públicas.
  • Formação e participaçãoEstimular estudantes e profissionais a participarem de iniciativas de ATHIS, patrimônio e das comissões temáticas.
  • Referência de boas práticasAprender com outros estados e unir a tradição de Brasília aos novos desafios da profissão.

Um Conselho para frequentar, compartilhar e usar.

Programa de Transformação Digital, BIM e Novas Práticas Profissionais

Digitalizar um processo ruim não faz dele um processo melhor.

BIM, Inteligência Artificial, automação e interoperabilidade já estão mudando a forma de produzir e gerir informação. O CAU não vende software: articula academia, profissionais, mercado e Poder Público para preparar a profissão.

  1. Etapa 1 · FormaçãoSair da graduação sabendo

    Aproximar faculdades, estudantes, professores e mercado. Aprender a colaborar e integrar disciplinas, não só programas.

  2. Etapa 2 · ProcessoBIM começa antes do modelo

    Planejamento, fluxos de trabalho e gestão da informação. Primeiro organizar; depois potencializar com tecnologia.

  3. Etapa 3 · ImplementaçãoSem parar o escritório

    Diagnóstico de maturidade, orientação inicial, mentorias e boas práticas para saber por onde começar.

  4. Etapa 4 · CidadeDo escritório para a cidade

    Licenciamento digital, análise de projetos, GIS e modelos urbanos. Transformação digital também é política urbana.

Boas ideias merecem continuar.

Reconhecer conquistas e enfrentar novos desafios: preservar o que funciona, atualizar o que precisa mudar e ampliar o que ainda pode alcançar mais profissionais.

Sede do CAU/DF

Ajudamos a viabilizar a sede do CAU. Agora queremos dar vida a ela.

Participantes da Chapa 01 atuaram ativamente na gestão que viabilizou a sede. Agora queremos que seus espaços sirvam à profissão e contem a trajetória da Arquitetura e da construção de Brasília.

Uma sede da profissão. Cada vez mais para a profissão.

O que propomos
  • Subsolo ativoDe área subutilizada a espaço de formação e encontro, com três primeiras frentes: Concursos de Arquitetura, Eficiência Energética e Mulheres na Construção.
  • Lugar de memóriaExposição permanente e renovável sobre a Arquitetura e a construção de Brasília, em parceria com o Arquivo Público do DF e outras instituições.
  • Casa e Arquitetura CAU/DFVitrine viva para a Arquitetura de Interiores e programa permanente de visibilidade para novos talentos.
Cidade

Selo Gentileza Urbana CAU/DF

Reconhecer projetos e intervenções que oferecem à cidade algo além do mínimo: a sombra que convida a ficar, o térreo que conversa com a rua, o espaço que favorece o encontro.

Premiar quem faz bem à cidade.

Condomínios

Parceiro do Condomínio: vamos retomar

Iniciado em 2021, aproxima o CAU/DF dos gestores condominiais com orientação sobre reformas, NBR 16.280, acessibilidade, fachadas, segurança contra incêndio e contratos técnicos.

Não queremos apenas um canal. Queremos conexão.

Fiscalização

Ações Fiscais Integradas

Cooperação entre o CAU e os órgãos de fiscalização do DF: em uma vistoria, o órgão parceiro aciona o CAU — e o caminho inverso também funciona. Cada um na sua competência, com a informação circulando.

Quem atua corretamente não deve competir em desvantagem.

Construção civil

Mulheres na Obra

Formação prática em leitura de projetos, canteiro, revestimentos, pintura, instalações e interiores. Qualificar quem faz é melhorar o resultado de quem projeta.

Mais mulheres preparadas. Melhores equipes.

ATHIS

CAU Solidário: retomar melhor

A experiência já funcionou no DF: materiais excedentes de obras — portas, louças, torneiras — ganharam novos destinos em iniciativas sociais e de ATHIS. Agora, com mais parceiros e fluxos claros.

Uma ATHIS integrada, com oportunidades reais.

Tecnologia

O avanço da IA não cabe em uma ação

Debates, oficinas e conteúdos com profissionais, academia e especialistas sobre autoria, responsabilidade técnica, ética e limites das ferramentas.

Ouvir. Experimentar. Discutir. Orientar.

Convênio com a ABNT 4.100 acessos diretos às normas da ABNT

78% dos acessos foram recorrentes. Acessibilidade foi o tema buscado por 35% dos usuários.

Em valor R$ 1,08 mi em acervo técnico disponibilizado

Valor potencial das normas colocadas à disposição dos arquitetos e urbanistas do DF, pelo preço individual fora do convênio.

Agora Iremos além do acesso.

Transformar os dados de uso em ações: identificar demandas, aproximar a capacitação da prática e levar a informação a quem ainda não usa o benefício.

O CAU não nasceu em 2010.

Foram mais de 50 anos buscando autonomia. Instituições não nascem prontas — elas continuam sendo construídas.

  1. 1921

    Os arquitetos começam a se organizar. Nasce o IAB.

  2. 1933

    Arquitetura, Engenharia e Agronomia passam a ter o exercício regulamentado num mesmo sistema.

  3. 1958

    O IAB leva a Juscelino Kubitschek a proposta de separar a Arquitetura do Conselho de Engenharia. Não prosperou.

  4. 60–70

    A ideia atravessa gerações. Avanços, recuos e novas tentativas.

  5. Juntas

    IAB, FNA, AsBEA, ABEA e ABAP passam a trabalhar juntas por um conselho próprio.

  6. 2008

    Aprovado no Congresso, vetado na Presidência. Poderia ter sido o fim. Não foi.

  7. 2010

    Em 31 de dezembro, a Lei nº 12.378 cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo.

A pergunta não é “deveríamos ter continuado no Conselho anterior?”, e sim que CAU queremos construir com a autonomia que conquistamos?

Arquitetura não é uma modalidade da engenharia. Ter um conselho próprio não significava romper o diálogo com outras profissões — significava ter autonomia para cuidar da nossa.

Perguntas frequentes

Então, o que cabe ao CAU?

Salários baixos, pouco espaço no serviço público, condições de trabalho, mercado, fiscalização. São questões reais e todas importam.

Mas não é possível enfrentá-las isoladamente. Entender quem pode contribuir com o quê ajuda a saber o que esperar de cada instituição.

O que é responsabilidade do CAU?
  • Orientar e fiscalizar o exercício profissional.
  • Registrar profissionais e empresas.
  • RRT e acervo técnico.
  • Zelar pela ética profissional.
  • Atuar diante do exercício ilegal.
  • Regulamentar matérias dentro de suas atribuições.
  • Informar, orientar e prestar serviços eficientes e transparentes.

Esse é o núcleo da responsabilidade do CAU. Vamos fazer!

E o nosso piso salarial?

Salário, relações de trabalho, negociação coletiva e direitos trabalhistas estão principalmente no campo sindical, onde atuam a Federação Nacional e os Sindicatos dos Arquitetos e Urbanistas.

O CAU pode contribuir para a valorização profissional, produzir informações, articular e se posicionar institucionalmente. Responsabilidades diferentes; uma pauta que pode ser comum. Vamos fazer!

O CAU pode abrir concursos e colocar mais arquitetos no serviço público?

Concordar com a importância dessa pauta é uma coisa; ter competência para abrir concurso é outra. Quem cria cargos e realiza concursos é a Administração Pública.

Mas o CAU pode participar dessa construção: produzir dados, dialogar com gestores, defender atribuições e demonstrar a importância do arquiteto nas políticas públicas. Nem sempre é preciso ter a caneta para ajudar a construir a pauta. Vamos fazer!

E plano de saúde, desconto na anuidade, RRT de graça?

Seriam muito bem-vindos. Mas o CAU não é uma associação ou clube de vantagens: é uma autarquia pública, e a anuidade financia o exercício das atribuições públicas previstas para o Conselho.

Convênios com parceiros e condições especiais para capacitações e aquisições já existem, e seguiremos buscando mais oportunidades para os arquitetos e urbanistas do DF.

E quando o problema não é competência do CAU?

Saber os nossos limites é importante, mas a responsabilidade não termina na frase “isso não é competência do CAU”. Existem problemas que o Conselho não pode resolver sozinho — isso não significa ignorá-los.

Pode significar dialogar, articular, informar, propor, aproximar instituições e construir parcerias.

Quem mais atua pela Arquitetura?

Ao longo do tempo, a profissão criou diferentes instituições — não para disputar espaço, mas para assumir responsabilidades diferentes e, muitas vezes, complementares.

  • IABArquitetura, cultura, cidade, patrimônio e debate profissional
  • AsBEAEscritórios, gestão, mercado e desenvolvimento do setor
  • ABEAEnsino e formação em Arquitetura e Urbanismo
  • FeNEAEstudantes, vida acadêmica e representação estudantil
  • ABAPArquitetura da Paisagem
  • FNA e sindicatosTrabalho, remuneração e direitos profissionais
  • AEarqEscritórios, mercado e ambiente profissional no DF

Menos sobre “de quem é a culpa” e mais sobre “o que podemos construir juntos”.

Diferentes formas, uma profissão. Conheça o nosso grupo.

Toque em um card para ler a trajetória completa.

Eleições CAU 2026: o seu voto decide.

Mais de 245 mil arquitetos e urbanistas escolhem, no mesmo dia, os conselheiros dos 27 CAU/UFs e os conselheiros federais que representarão cada unidade da federação no CAU/BR.

Contagem regressiva para a eleição
—dias para a eleição

3 anos para fazer valer a escolha.

05 de novembro é dia de votação · online | obrigatória

O que está em jogo

Os conselheiros eleitos definem:

  • o valor da anuidade;
  • as regras de fiscalização;
  • o julgamento de processos éticos;
  • as políticas de valorização profissional;
  • a destinação do orçamento.

Quem precisa votar

O voto é obrigatório para quem tem registro ativo e anuidades em dia, e facultativo a partir dos 70 anos.

Quem faltar sem justificar até o fim do ano da eleição paga multa de 5% do valor da anuidade.

Como o voto vira conselho

O voto é em chapas, não em candidatos avulsos. A chapa mais votada na UF elege o conselheiro federal. As cadeiras do conselho estadual são divididas na proporção dos votos de cada chapa.

E depois da eleição

Na primeira plenária de 2027, os conselheiros eleitos escolhem o presidente de cada CAU/UF. Os conselheiros federais e o representante das Instituições de Ensino Superior elegem o presidente do CAU/BR.

“Quanto maior a participação, maior a legitimidade das decisões que tomamos para defender o exercício profissional.”Danilo Batista, presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN-CAU/BR)
Sugestões

Qual CAU nós vamos construir?

  • Um CAU que reconhece o que deu certo.
  • Que muda o que precisa melhorar.
  • Que orienta antes de complicar.
  • Que aproxima profissão, sociedade e poder público.

Conte o que funciona, o que trava e o que falta na sua rotina profissional. Cada sugestão chega diretamente à equipe da Chapa Conexão.

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